|

Em 1965, no Salão de Frankfurt, era exposto o carro-conceito experimental GT. A reação do público foi muito boa. Era um carro de estudo que provavelmente não seria produzido, mas em outubro de 1968, no Salão de Paris, era apresentado o Opel GT. Causou entusiasmo com as linhas curvas e angulosas, chamou à atenção o pequeno desportivo de 4,11 metros de comprimento. Tinha duas portas, dois lugares e atrás destes, o local para malas de pequenas dimensões. Curioso é que não tinha acesso à mala de forma tradicional.
Atrás ficava o bocal cromado do depósito. A área envidraçada era muito boa, a frente inclinada e a traseira entroncada com quatro faróis redondos. Na frente, os faróis escamoteáveis giravam num eixo longitudinal e abaixo do para-choques havia mais dois redondos, auxiliares. A entrada de ar dupla no capô e a bolha mais atrás, à direita, davam-lhe imponência. O motor tinha 1.867cm3 e 90cv. O comando de válvulas ficava na cabeça do motor, mas havia apenas um carburador Solex. Atingia a velocidade máxima de 185 km/h e fazia de 0 a 100km em 10,9s, números apreciáveis até hoje para essa potência. Além do peso, 960 kg, o desempenho era bom devido à ótima aerodinâmica.
|